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Será que é desta?

Aproximam-se as autárquicas e sobre o PSD paira uma nuvem muito negra: recandidatar-se-á Santana Lopes à Câmara de Lisboa? Terá ele coragem de o fazer? Terá ele a estupidez necessária para o voltar a fazer? Estará o PSD suficientemente embriagado para deixar que ele o faça? Ora, coragem obviamente que não tem porque para ter coragem é preciso ter medo e para ter medo é preciso que penda sobre ele o peso da responsabilidade, com a qual, aliás, ele nunca soube arcar. Mas o que falta de coragem em Santana, sobra-lhe em irresponsabilidade, incompetência e estupidez, esta última suficiente para pensar que é suficientemente responsável e competente para assumir o cargo ou para pensar em assumi-lo. Depois, tem a seu lado o recém-canonizado Carmona Rodrigues, que andou a tapar buracos por Lisboa inteira_ buracos estes feitos por Santana_ e que das duas uma: ou é santo e gosta de tapá-los, ou está certo de que a direcção do partido lhe confiará a ele a candidatura à Câmara nas próximas eleições. Esperemos que não se engane. Esta última hipótese até seria viável num partido normal: mas o que se pode esperar de um partido que, depois de ver o seu governo perder a confiança política do país e do PR, ao invés de mudar de candidato, volta a apostar no mesmo? Os resultados das últimas legislativas seriam um suicídio político, um tiro na nuca para qualquer político; sem hipóteses de reanimação. O problema é que Santana, por mais tiros na nuca que receba, nunca morre ou acha sempre que nunca morre. Cabe aos lisboetas, caso ele se recandidate, mostrar que afinal o problema é dele e não nosso. Que Santana não tem sete vidas, tem uma, e que se os tiros lhe acertam sempre na nuca é porque queremos que ele desapareça. De vez.

Suponho que tudo o que disseste é mentira... :) . E se não é antes fosse.
Ouvi uma engraçada, por um familiar que trabalha na Câmara: votaram todos em massa em Santana para PM...tal era o medo do seu regresso.
Por outro lado, esta desesperada atitude do "homem que está a matar o PSD", não revela só o quão burro e incompetente é; revela que não digeriu bem a humilhação política a que foi sujeito, e ainda que não tem um mínimo de sangue frio para pensar no que está a fazer ao partido que diz ser seu. E vai sobrevivendo graças aos que lhes dão a mão. Resume-se a isto. Se o cão for bem-educado, pode-se lhe tirar o osso. Se for um escanzelado e lazarento, tentará comer não só o osso, como a mão que o tenta retirar.
Bem, não liguem, estou com quase 24h de autocarro em cima. Entretanto já sei que o Papa morreu. Vou-me refastelar no sofá a assistir à novela que uma vez mais estão a fazer (esta deve durar aí para dois meses).

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